28.9.10

Action, reaction.

- Ok, e no fim o que acontece ?
- No fim acontece, o que você mais teme, ou não : você dá de cara, e com muita força, nos seus princípios.
Para você, que quer começar a viver de um jeito que não vive e nunca viveu, aqui uma dica, talvez, útil: A vida sempre, vai ser contraditória !
Não importa se ela vai ser agora, ou só mais tarde, ela sempre vai ser. Não adianta você tentar e fugir disso, a contradição vai de encontro ao seu caminho, vai entrar na contra-mão se necessário, e vai dar de cara com você. Vai ser um choque bem grande, pois, quando você perceber a real situação, o que talvez, seja tarde demais, você já vai estar quebrado, desolado pelo seu erro.
Enfrente seu erro, perceba que é tarde para arrumar, mas que não é tarde para evitar o próximo erro e evitá-lo.
Perceba também que, não existe um modo de aproveitar a vida de uma maneira 'incosequente' e ser responsável, no meio tempo. Ou é e não faz, ou não.
Seja irresponsável, inconsequente, não pense no que vai fazer... mas não se esqueça, de no futuro, encarar todas as consequencias, sem fugir.

27.9.10

Sem mais, sem menos.

Idiota, arrogante eu fui, pensando que não seria necessário mais ninguém ao meu lado. Hoje em dia percebo, que você possa ter sido, umas das minhas melhores oportunidades, amigas. Quem sabe um dia, eu tenha coragem de cruzar o seu caminho, pelos bons tempos, e pedir desculpas. Um dia esse, que meu semblante não esteja banhado de vergonha e arrogância.

Desculpas sinceras.

25.2.10

Chega.

Só tenho visto as minha lágrimas, e agora ? Você vem com esse papinho de "foi a última gota d'água". Você não sofre, pelo menos eu não vejo, você não demonstra. Eu estou mal, estou gritando que estou com medo, e pareço, uma garotinha que não quer ser passada para trás. Toda vez, que um lágrima corre pelo meu rosto, eu digo que será a última, mais ela sempre vem acompanhada e eu não consigo.
O que eu sinto é verdadeiro, e ninguém presta atenção nisso.

28.1.10

Entre Mortos e Feridos, Meio e Fim.


Entre mortos e feridos, ela tentava manter em pé, tentava manter, aquilo que ela acreditava ter com ele, vivo. Não queria ver o fim daquilo, que ela tinha certeza, ter de verdade; não queria ver o fim daquilo que a mantinha viva. Suas pernas estavam fraquejando, e sabia que tudo ao seu redor estava como suas pernas. Já não podia tentar sozinha, não queria tentar sozinha, porque sabia que era a única a tentar. Mesmo sabendo que tudo estava por um fio, os seus olhos ainda brilhavam ao saber da existência daquele ser. E com seu otimismo, tentava fazer algo viver, o que nem ela sabe ao certo.